Um grupo de estudantes desenvolveu um protótipo de preservativo capaz de mudar de cor ao entrar em contato com agentes associados a Infecções Sexualmente Transmissíveis. A proposta é simples, mas impactante: identificar possíveis riscos durante o ato sexual por meio de uma reação química visível.
A tecnologia ainda está em fase experimental e utiliza materiais que reagem a determinadas bactérias e vírus, alterando a coloração do preservativo caso haja indícios de infecção.
Apesar da inovação chamar atenção, especialistas alertam que o método não substitui exames laboratoriais nem garante diagnóstico preciso. O uso de preservativos continua sendo a principal forma de prevenção contra ISTs, incluindo HIV, sífilis e gonorreia.
O projeto ganhou visibilidade internacional após apresentações em feiras científicas, sendo apontado como uma possível ferramenta complementar na conscientização sobre saúde sexual, especialmente entre jovens.
No entanto, ainda não há previsão para produção em larga escala ou aprovação por órgãos reguladores.
