Uma história chocante voltou a circular nas redes sociais nos últimos dias: um suposto homem em Vila Velha teria vendido um rim para comprar um “iPhone 17” para a namorada.
Apesar do impacto, a informação não passa de mais uma fake news.
Não há qualquer registro oficial do caso em órgãos de saúde, polícia ou instituições médicas. Além disso, o modelo citado nem sequer foi lançado pela Apple Inc., o que reforça ainda mais a inconsistência da narrativa.
Origem da história
O conteúdo viral é, na verdade, uma adaptação de um caso real ocorrido em 2011, quando um jovem na China vendeu um rim no mercado ilegal para adquirir produtos eletrônicos. Desde então, a história vem sendo reciclada com novos cenários e personagens para enganar usuários nas redes.
Perigo das fake news
A disseminação de notícias falsas pode causar desinformação em massa, além de prejudicar a credibilidade de quem compartilha sem verificar.
No Brasil, a venda de órgãos é crime, com penas severas, e qualquer procedimento desse tipo envolve fiscalização rigorosa o que torna esse tipo de relato ainda mais improvável sem registro oficial.
Divulgar ou afirmar como verdadeira uma informação não verificada pode gerar responsabilização. Em tempos de redes sociais, checar a veracidade deixou de ser opção e virou obrigação.
