Exame não permitiu determinar qual armamento provocou a morte do soldado Maurício Dantas durante uma operação no distrito de Couto.
O laudo produzido pelo Departamento de Polícia Técnica não conseguiu identificar o tipo nem o calibre do projétil que matou o soldado da Rondesp Sul Maurício Dantas dos Santos, durante uma operação policial na zona rural de Ilhéus.
Segundo as informações divulgadas, o policial foi atingido durante uma ocorrência no distrito de Couto e encaminhado ao Hospital Regional Costa do Cacau. Exames radiográficos foram realizados para auxiliar a análise pericial.
O projétil, entretanto, não foi recuperado, o que impediu a realização de uma comparação balística capaz de determinar o calibre e o possível armamento utilizado.
A ausência dessa identificação representa uma limitação técnica do laudo, mas não encerra a investigação. Depoimentos, imagens, armas eventualmente apreendidas e outros vestígios poderão ser analisados pelas autoridades responsáveis.
Até o momento, não existe uma conclusão técnica divulgada sobre a origem do disparo que atingiu Maurício Dantas. O esclarecimento dependerá do conjunto de provas reunido durante a apuração.
O caso continua sob investigação.
