Uma comissão da Câmara dos Deputados aprovou proposta que autoriza vigilantes a portarem arma de fogo também fora do horário de trabalho. Atualmente, o porte é restrito ao período em que o profissional está em serviço.
O texto altera regras do Estatuto do Desarmamento e ainda precisa passar por outras comissões antes de seguir para votação no plenário da Câmara e, posteriormente, no Senado.
A proposta tem apoio de parlamentares que defendem maior proteção para profissionais da segurança privada, sob o argumento de que eles continuam expostos a riscos mesmo fora do expediente.
Por outro lado, críticos alertam para possíveis impactos no aumento da circulação de armas e questionam os efeitos na segurança pública.
Hoje, o controle e fiscalização desse tipo de atividade envolvem a Polícia Federal, responsável por autorizar e supervisionar empresas e profissionais do setor.
