Um vídeo institucional publicado pela Controladoria-Geral da União (CGU) nas redes sociais provocou repercussão ao mostrar, durante uma simulação de uso da urna eletrônica, uma mão digitando o número “13”, associado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
A gravação tratava da fiscalização dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais realizada pela CGU. O trecho com a urna, porém, foi retirado posteriormente.
Segundo a CGU, a imagem foi obtida de um banco público de vídeos e fazia parte de uma sequência ilustrativa em que as teclas eram pressionadas na ordem 1, 2, 3 e assim por diante. O órgão afirmou que a sequência não correspondia a voto, candidato ou número eleitoral e que o trecho foi removido para evitar interpretações equivocadas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também determinou a retirada do conteúdo de seus perfis. A Corte esclareceu que o vídeo foi produzido pela própria CGU, e não pelo TSE.
A fiscalização dos códigos-fonte das urnas é prevista na legislação eleitoral e faz parte dos mecanismos de transparência e auditoria do processo eleitoral.
PORTAL VILELA 24HS: Em ano eleitoral, até uma imagem aparentemente inocente pode gerar dúvidas. Transparência também significa evitar ambiguidades.
