Prepare o bolso porque a Coca-Cola e outros refrigerantes devem subir de preço em 2026 no Brasil. O governo aprovou um aumento de cerca de 30% na carga tributária sobre refrigerantes, parte do novo modelo de impostos para bebidas açucaradas. A previsão é que esse tributo maior seja repassado ao consumidor nas prateleiras, elevando o custo de bebidas como a Coca-Cola, mesmo que o repasse não aconteça de forma imediata ou homogênea em todo o país.
Especialistas do setor dizem que o impacto final no preço dependerá de fatores como políticas de preço das redes varejistas, concorrência e estratégia de absorção de custos pelas fabricantes, mas a tendência é que parte significativa do aumento tributário seja sentida no caixa do consumidor.
Essa mudança faz parte do ajuste tributário mais amplo em debate no Brasil que busca desestimular o consumo de bebidas açucaradas e, ao mesmo tempo, aumentar a arrecadação fiscal, especialmente para financiar políticas de saúde pública. A criação do chamado Imposto Seletivo sobre produtos considerados prejudiciais à saúde vem sendo discutida há meses e agora começa a ganhar forma.
Para o consumidor, a estratégia mais prática será comparar preços entre diferentes pontos de venda e ficar de olho nas promoções, já que a concorrência pode segurar aumentos mais bruscos em algumas regiões ou marcas específicas.
