O governador Jerônimo Rodrigues não cumpriu quase 70% promessas que fez durante o período eleitoral de 2022 e agora retoma algumas delas na campanha deste ano. Além disso, outras 29 promessas têm sido repetidas para tentar convencer a população mais uma vez.
Na terça-feira (29), último debate entre os candidatos ao governo do estado, Jerônimo optou em não participar e não justificar aos baianos porque – além de não cumprir o que prometeu – repete promessas dos padrinhos políticos que governaram a Bahia antes dele, por 16 anos.
Relembre algumas promessas feitas por Jerônimo Rodrigues na última campanha eleitoral, obras que não foram finalizadas e equipamentos garantidos que não foram entregues à população:
- Jerônimo não garantiu o acesso à telefonia celular nas zonas urbanas e rurais em mais 200 localidades do estado – foi entregue apenas parte do que foi garantido;
- Não entregou as Zonas Especiais de Indústrias e de Serviços, em um estado que detém a segunda pior taxa de desemprego do Brasil, segundo o IBGE, com 9,2%, atrás apenas do Amapá;
- Não concluiu a obra da Ponte Salvador-Itaparica, prometida em 2009 pelo padrinho político Jaques Wagner;
- Não entregou integralmente os hospitais regionais de Amargosa/Jaguaquara, do Sisal de Ibotirama, de Guanambi, de Alagoinhas, de Valença e da macrorregião Norte/Centro-Norte;
- Não implantou a maternidade de alto risco no Hospital Costa das Baleias, em Teixeira de Freitas;
- Também não concluiu barragens para regiões do interior baiano, como Morrinhos, Casa Branca, Jaguaribe, Catolé e Baraúnas;
- Não cumpriu integralmente o sistema de monitoramento de câmeras nas áreas urbanas e rurais e também não criou a Comissão Estadual de Gerenciamento de Crises.
A queda vertiginosa na qualidade da educação, a crise na saúde com problemas na fila da regulação e a falta de eficiência no combate ao crime organizado são apenas reflexo de que apenas promessas não melhoram a vida das pessoas.
No próximo domingo, a Bahia terá a chance de escolher entre novas promessas ou uma mudança com segurança. Arriscar mais tempo com o estado à deriva ou a chance de fazer os baianos voltarem a sorrir.
