A Mpox voltou ao radar da saúde pública e acendeu o sinal de alerta em todo o país. O Ministério da Saúde confirmou 55 casos da doença no Brasil, reforçando a necessidade de atenção redobrada da população e dos serviços de saúde.
Diferente do que muitos imaginam, a Mpox não é apenas uma doença de pele. Trata-se de uma infecção viral que exige cuidado, diagnóstico precoce e medidas rigorosas de prevenção para evitar a propagação.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele infectada, secreções corporais ou objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis. O contato próximo entre pessoas é o principal fator de risco.
O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contato com o vírus e o surgimento dos primeiros sintomas, varia entre 3 e 16 dias, podendo chegar a até 21 dias em alguns casos.
Entre os principais sinais de alerta estão:
• Lesões na pele, que podem ser poucas ou numerosas e são altamente infectantes até a cicatrização completa
• Febre repentina
• Ínguas inchadas, especialmente no pescoço, axilas e virilha
• Mal-estar geral e cansaço intenso
As lesões passam por diferentes fases, formando crostas antes da cicatrização total. Durante todo esse período, a pessoa ainda pode transmitir o vírus.
Especialistas reforçam que, ao apresentar sintomas ou ter contato com alguém suspeito, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente e evitar o contato com outras pessoas.
A vigilância ativa é essencial para conter novos casos e impedir que a doença volte a se espalhar em larga escala.
A recomendação é clara: informação, prevenção e responsabilidade são as principais armas neste momento.
